hoje o teu nome veio a baila, como é habitual não soube como reagir. não soube o que dizer ou muito menos o que sentir, já é normal- pensas para ti. mas não, não deveria ser, já não deveria ficar sem reacção só por ouvir o teu nome.
disseram-me que eu só falo em ti como aquele que eu perdi e não como aquele que eu (ainda ou não) quero. a verdade é que não sei. muito sinceramente não sei. não sei se te quero ou se ainda devo esperar que tu me queiras de volta. sabes, eu já estava habituada a vida sem ti, já sorria sem o motivo seres tu, voltei a ser eu, a ter amor-próprio. mas não, tu tinhas que voltar e fazer o mundo regredir. explica-me o porque de não ficares no teu canto e me deixares ser feliz?
mas tu com esse teu jeito de bad boy e menino mimado atiras-me de volta para o canto fazendo com que as duvidas voltassem de novo ao meu mundo.
como eu queria saber o que quero, como eu queria saber o que tu queres de mim.
mas por agora, sei que nenhuma destas perguntas terá resposta, apenas sei que com o tempo tudo se resolverá. e tu serás aquilo que tiveres que ser na vida, seja uma memoria ou parte dela.
Como eu queria não sentir nada (...)

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